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Blog de Jacqueline Torres


POEMA

 

AO DEZESSETE DE SETEMBRO

 

O silêncio que marca os quadrantes

que ponteia o resumo das horas,

faz de mim ainda mais delirante

faz de mim recordação e silêncio...

Reminiscências felizes, outras dolorosas

no silêncio que marca os quadrantes.

 

Pouco a pouco escapole esta tarde

airosa, nostálgica, casual e esquecível

nesse quieto desassossego tangível

outras horas inda mais inquietantes.

 

As flores da infância apagadas

O sonho que passa, que passa

no silêncio que marca os quadrantes.

 

Os castelos que descem às sombras

nesse ritmo repetido que traça

os minutos que tangem as horas

de outra primavera vã, deprimida

vou ficando ainda mais nos instantes

mais antiga, mais densa e esquecida.

Tudo isso que arroja os sentidos

e que segue meu passo - incessantes

são as sombras dos dias que passam

que escapolem na brisa que corre

que entristessem essa alma que morre

no silêncio que marca os quadrantes.

(Jacqueline Torres )

 

 



Escrito por jacquelinelenin às 13h55
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